Muscarium#8 começa hoje

MUSCARIUM#8, em 2022,muda de formato – deixa de apresentar espetáculos diferentes todos os dias, e assume-se como espaço de pesquisa, investigação e experimentação artística, privilegiando a realização de residências artísticas. Durante este mês de setembro, quatro artistas, Mariana Fonseca (Lobby Teatro), Adriana Melo (Universo Paralelo), Joana Couto Camilla Morello, estarão em residência durante uma semana, num espaço em Sintra. No final de cada da semana haverá uma apresentação do trabalho ao público, que pode assumir um qualquer formato, retirando toda a pressão de apresentar um resultado fechado. A programação completa do MUSCARIUM#8 pode ser consultada aqui

Com o novo formato do festival e na lógica de cultivarmos a comunidade artística de Sintra em torno de vários projetos de teatro, dança e performance, gostávamos muito vos convidar 

a participar no primeiro momento de abertura dos diferentes processos de trabalho, reservados só para convidados. Em traços gerais, os artistas apresentam um ensaio ou uma parte do trabalho que estão a desenvolver, os convidados assistem, entram na conversa, lançam provocações, dando um contributo para o processo. Enviamos informações breve sobre os trabalhos, locais e datas destes primeiros momentos de encontro: NÃO VAIS ENTRAR? [teatro]

por Lobby Teatro

31 agosto, horário a definir no AMAS – Auditório Municipal António Silva [Agualva-Cacém]
por Lobby Teatro
NÃO VAIS ENTRAR?, a nova criação teatral de Mariana Fonseca, parte de um diálogo entre os trabalhos de Valter Vinagre e de Jaime Rocha. Num ambiente próprio de um peepshow, por uma frincha, somos convidados a escutar discursos paralelos à prostituição e a refletir sobre corpos-máquina; abrigos-mãe; condições, direitos e valores femininos. NÃO VAIS ENTRAR? engloba três diferentes performances que se servem de linguajares singulares para proporcionar uma experiência efémera, mas multifacetada.
PELO PRAZER DE NÃO ESTARMOS SÓS [teatro]por Universo Paralelo
7 setembro, horário a definir na Casa de Teatro de Sintra [Sintra]
por Universo Paralelo

Pelo prazer de não estarmos sós pretende ser um espetáculo de teatro para adolescentes que aborde o tema da igualdade e da diversidade sexual e de género, integrado na educação para a cidadania e direitos humanos, relacionando com algo fundamental quando se fala de sexualidade, o prazer, numa lógica de respeito pelo próprio e pelo outro. Recorrendo a  informação científica e fidedigna, tenciona contribuir para a sexualidade ser encarada de uma maneira mais natural e saudável, expondo os benefícios da vida sexual e incentivando ao diálogo, à descoberta e a diferentes maneiras de a viver, em contraponto com violências, inibições, frustrações, desigualdade e sexismo.

SINTO MUITO [dança]por Joana Couto
14 setembro, às 15h00no AMAS – Auditório Municipal António Silva [Agualva-Cacém]
por Joana Couto
SINTO MUITO é uma exposição sentimental que toma a forma de um espetáculo onde é possível se expressar livremente e sem juízos pré-concebidos. Pretende-se questionar, quer como criador quer como espectador, qual a interferência das palavras tradição, pathos, beleza e conforto num processo de criação e no seu produto final. Quão desejáveis são, quão essenciais, quão imediatas no processo de comunicação, quão intencionais e procuradas pelo olho externo, quão suportadas por instituições, quão rapidamente categorizadas. Assim, apresenta-se num contraste maturado que se espera que induza o questionamento sobre a nossa perceção artística e quais os nossos limites para com a arte. O espetáculo estreou em 2021 e tem, no MUSCARIUM#8, um segundo momento de investigação e desenvolvimento. 


É COMO DANÇAR POR CIMA DE MANTEIGA [performance]

por Camilla Morello
21 setembro, 

horário a definir 
no Teatroesfera [Queluz]
por Camilla Morello

É COMO DANÇAR POR CIMA DE MANTEIGA é um espectáculo interdisciplinar que cruza dança, música original e composta ao vivo, texto, vídeo e culinária, até a partilha da comida num banquete final. Uma exploração para uma coexistência orgânica que desafie a fronteira normativa entre vida e morte – postas aqui em relação osmótica com base nos conceitos de metamorfose e de simbiose -, como resposta