Teatro Efémero

O Teatro Efémero nasceu em março de 2018, e criou até ao momento três produções, duas delas estreadas no Festival Artes à Rua.

A primeira produção estreou em junho de 2018 e intitula-se SUBSOLO, texto original da Companhia, inspirado na crise dos refugiados e o papel da população ocidental e a sua relação com a mesma. Iniciou-se com uma Leitura Encenada do texto n’A Bruxa Teatro, em Évora, e foi apresentado no Festival Artes à Rua em Évora, Festival Muscarium#4 pelo teatromosca em Sintra, na OFENSIVA AMADA, no Centro Cultural Olga Cadaval, no Teatro das Artes, em Vendas Novas, e no espaço Animateatro, no Seixal.

A segunda produção, Uma Viagem de Estórias, inspirada no conto O Mercador de Coisa Nenhuma, de António Torrado, estreou em outubro de 2018, no Auditório Municipal António Silva, espaço do teatromosca, e tem sido levada a escolas e bibliotecas.

A mais recente produção do Teatro Efémero, inspirou-se na obra O Doido e a Morte de Raúl Brandão, e relaciona-a com a arte urbana e a atualidade política, intitula-se LIE LIE LAND, estreou no Festival Artes à Rua, em Évora, a agosto de 2019, e foi apresentado em setembro de 2020 no Festival MUSCARIUM#6.

Atualmente, o Teatro Efémero encontra-se a preparar atividades para a Biblioteca Municipal de São Domingos de Rana. Em abril de 2021 estreará o espetáculo um artista vulgar, em Évora. Ainda em 2021 terá uma coprodução com a Companhia Faísca Teatro, no espetáculo Kolakeia.

O Teatro Efémero pretende fazer e dinamizar o teatro, vagueando entre espaços não convencionais e palcos tradicionais, voando entre o Interior e o Litoral. Tentando racionalizar, investigar e relacionar os nossos problemas e os do mundo. Dando primazia às novas dramaturgias e criadores. Querendo criar pontos comuns entre as várias artes e disciplinas artísticas, tendo como ponto de partida o teatro.

São naturais de Sintra e aí estão sediados, entre a brisa do mar e o verde da serra. Idealizam para as nossas lógicas de trabalho, processos colaborativos e cooperativos (sonhando com um Mundo de partilha).

“Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma.

O sonho é o que temos de realmente nosso,

De impenetravelmente e inexpugnavelmente

nosso.”

Fernando Pessoa

teatroefemero@gmail.com

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